Vereadores apresentam indicações durante segunda reunião ordinária

Os vereadores de Córrego do Bom Jesus se reuniram na noite da quarta-feira, 22 de fevereiro, para a realização da segunda reunião ordinária da Legislatura 2017-2020. Em pauta, três indicações e dois requerimentos apresentados pelos parlamentares.

Além disso, outros assuntos referentes à administração municipal foram citados durante a sessão.

Duas indicações foram feitas pelos parlamentares Benedito Sérgio e Luiz Gonzaga. Na Indicação 01/17, eles pedem a necessidade da construção de uma lombada e abrigo de ônibus em frente ao restaurante do Armandinho, no bairro dos Campos do Raposo. Segundo eles, já há o material para a construção disponível, necessitando, apenas, do fornecimento da mão de obra pela Prefeitura. Já a lombada, é para evitar o tráfego em alta velocidade dos carros que por ali transitam, visto que há muitas crianças e moradores que passam pelo local.

Já a Indicação 02/17, de autoria dos mesmos vereadores, pede a construção de um abrigo para ônibus nos bairros Barreiro e Bocaina. Nos bairros citados há a necessidade de um local adequado para que os moradores possam aguardar a condução até a cidade.

De autoria do vereador Welliton Nazário, a Indicação 03/17 pede ao Poder Executivo que entre em contato com o DER-MG para viabilizar a construção de uma passagem elevada de pedestres próximo ao CIT – Centro de Informações Turísticas, que foi reativado com a ida da sede do Circuito Serras Verdes e do Departamento Municipal de Turismo. “Além disso, servirá aos moradores do Bairro Cantinho da Roça e das casinhas populares terem maior segurança na travessia”, citou Nazário.

Em cima desta proposta, o presidente da  Casa de Leis, Dorival Donizeti Duarte, solicitou à assessoria da Câmara que agende uma reunião com o DER, em Itajubá, para levar esta proposta e tentar viabilizar a obra. Todas as indicações foram aprovadas.

Dois Requerimentos foram feitos nesta sessão. De autoria da vereadora Vanilda Galvão, o Requerimento 01/17 pede que sejam encaminhadas as cópias dos contra-cheques dos detentores de cargo em comissão da gestão passada, referente ao mês de Dezembro/2016. Segundo ela, “há muitos comentários de que os comissionados da Prefeitura receberam um valor alto no final do ano, porque muitos não tiraram férias e receberam tudo de uma vez. Queremos verificar se isso foi verdade e o porquê disso ter acontecido”, explicou.

Já o vereador Dario Ribeiro apresentou o Requerimento 02/17, solicitando ao Executivo Municipal que envie o balanço financeiro referente aos meses de Dezembro/16 e Janeiro/17. “Como foi dito na reunião anterior, foi requerido verbalmente, na presença da prefeita. Como ela se comprometeu em fazer no dia de hoje, e não o fez, solicitei esse requerimento para saber se a Prefeitura tem dinheiro ou não, para mostrar a verdadeira situação da Prefeitura”, disse.  Os Requerimentos foram aprovados.

Palavra Franca – O vereador Benedito Sérgio comentou os boatos que estão saindo na cidade sobre ele e a vereadora Vanilda. “Saíram falando que somos contra o aumento e por isso o projeto não veio. Nós somos contra o aumento de 6%. Não aceitamos menos que 8% e um aumento no vale para R$ 100,00”, disse.

Já Welliton Nazário falou sobre a Contribuição de Iluminação Pública. Ele disse que está estudando, junto com o departamento jurídico da Câmara, a possibilidade de nulidade da lei. “O município não pode introduzir imposto. Somente a União pode fazê-lo”, explicou.

Luiz Gonzaga disse que não ia ser contra o aumento dos funcionários, mas a quantia que seria enviada é muito pouco. “Sou a favor de um aumento maior, mais justo para os funcionários”, disse.

Por fim, a vereadora Vanilda Fonseca falou dos processos que estão sendo levantados. “Muitos estão em Extrema e estão sendo verificados. Tem irregularidades na construção de obras, licitação e contratação de empresas inadequadas, uso indevido de máquinas e funcionários públicos, dentre outros. Está à disposição da população”, disse.

Sobre o reajuste, a vereadora afirmou estar empenhada para a melhoria do funcionalismo. “Nos últimos anos tivemos só dois reajustes. Acho que é uma falta de respeito com o ser humano não parar para ver isso. Temos necessidade. E a gente tira do nosso trabalho, do nosso suor. Vamos brigar até o final”, completou.

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